O PREVCOM PA rendeu 0,93% em agosto, superando a meta do período, de 0,05%. O resultado foi favorecido, principalmente, pelas exposições em ativos atrelados ao CDI que mantiveram desempenho consistente diante do cenário de juros ainda elevados.
Com a Selic em 14,00% a.a., mesmo após o quarto corte consecutivo, os fundos indexados ao CDI, que representam 48,5% da carteira, renderam 1,10% no mês, e os fundos de renda fixa de gestão ativa (12,9% da carteira) renderam 1,10%. Juntos, foram os principais responsáveis pelo desempenho.
Já os títulos públicos da carteira própria (22,2% da carteira, majoritariamente NTN-B) renderam 0,52%. Apesar do leve recuo das taxas de juros de longo prazo, tiveram a remuneração reduzida pela deflação, uma vez que sua atualização acompanha o IPCA.
O segmento de crédito privado, que representa 15,5% da carteira, apresentou rentabilidade de 1,13% no mês, acima do CDI, favorecido pelos juros elevados pagos pelos títulos e pela estabilidade dos prêmios de crédito, que seguem próximos das mínimas históricas.
Os investimentos em ações brasileiras, que representam 0,9% do total, apresentaram rentabilidade de -0,59% em agosto, em linha com o Ibovespa, que recuou 0,33% no mês, pressionado pela saída líquida de cerca de R$ 18,6 bilhões de investidores estrangeiros, a maior do ano.




